29 de maio de 2018


O Projeto Futuro e Vida comemorou o Dia das Mães com uma tarde de atividades especiais.
A programação teve início com a Santa Missa celebrada pelo Reverendíssimo Pe. Ricardo Basso EP, e animada pelo coral das participantes do Projeto, as quais já vinham se preparando havia várias semanas, esforçando-se para que as músicas agradassem às mães e sobretudo à celeste Mãe e Rainha de todos nós.


Na homilia, o sacerdote falou um pouco sobre o amor de Deus e como este se manifesta na nossa vida comum, por exemplo, por meio das mães. 


Ao término do Santo Sacrifício, seguiu-se uma apresentação musical na qual se exaltaram as virtudes de Nossa Senhora. Depois, foi feito um sorteio entre todas as mães, com prêmios como quadros e livros de piedade, cestas de flores e outros. 



A programação continuou com um teatro no qual se representou um pequeno fato da vida do Professor Plinio Corrêa de Oliveira, mestre de Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, Fundador dos Arautos do Evangelho. 



 A narrativa punha em relevo a bondade toda especial de Da. Lucilia Corrêa de Oliveira, mãe do Prof. Plinio, e ao mesmo tempo sua plena intransigência com o erro ao corrigir seu filho, repreendendo-o mas intercedendo por Ele junto a Nossa Senhora.


Ao término de tão abençoado dia, todos puderam degustar um saboroso lanche preparado com muito esmero, colocando em prática o que costumava dizer a própria Dona Lucilia: “Viver é estar juntos, olhar-se e querer-se bem”


16 de abril de 2018

            Desde tempos imemoriais, o ovo é tomado como símbolo de vida e de renascimento. Quando, porém, começou ele a ter relação específica com a festa da Páscoa?
O início dessa tradição remonta ao século IV e tem estreita vinculação com a Quaresma. Nessa época era proibido o consumo de ovos durante o período penitencial de quarenta dias. Desse modo, acumulava-se uma grande quantidade deles nas despensas familiares. Para evitar o desperdício, eles eram dados à criançada.
Assim, a partir da Quinta-Feira Santa as crianças, precedidas pelos coroinhas da Paróquia, começavam a coletá-los de casa em casa. E no domingo de Páscoa eram transformados em omeletes e saboreados por toda a população.
No século XII existia já, em numerosos países da Europa, o costume de os fiéis se presentearem mutuamente, no dia de Páscoa, com ovos naturais bentos na igreja.
Aderindo a esse costume popular, os nobres e personalidades importantes o enriqueceram de uma característica cultural: os ovos passaram a ser ornados com cenas pintadas, não poucas vezes, por futuras celebridades do mundo artístico.
Por volta do século XVI, surgiu mais um aperfeiçoamento. Alguém teve a idéia de furar o ovo, e substituir seu conteúdo natural por uma “surpresa”, a qual, conforme a categoria da pessoa presenteada, poderia ser constituída de perfume, minúsculos objetos decorativos ou até mesmo jóias. No século XVIII, o Rei Luís XIV mandava benzer no dia de Páscoa grandes cestas de ovos dourados, que ele distribuía depois ao pessoal da Corte. Por essa mesma época, passou-se a esvaziar os ovos naturais para recheá- los de chocolate.
Atualmente, os ovos de Páscoa são de chocolate, de marzipã ou de uma mistura dos mais diversos ingredientes, e fazem a alegria de crianças... e adultos de todo o mundo.

Nessa matéria, o auge do requinte foi atingido na Rússia de fins do século XIX. Por ocasião da Páscoa de 1885, o czar Alexandre III decidiu oferecer à czarina — não um simples ovo natural, embora com artísticos desenhos — mas uma peça toda feita de ouro e ornamentada na mesma proporção de riqueza.
A execução foi encomendada ao melhor joalheiro de São Petersburgo: Peter Karl Fabergé. E no domingo da Ressurreição, a czarina recebeu das mãos de seu imperial esposo uma joia de fascinante beleza, confeccionada em ouro, prata, esmalte e rubis.
A partir daí, todo ano o czar fazia nova encomenda e Fabergé se esmerava em superar a do ano anterior. Desse modo formou-se a fabulosa coleção de 56 ovos de Páscoa, famosa no mundo inteiro.

 À riqueza do material — ouro, platina, safiras, esmeraldas, rubis, diamantes, cristais — o joalheiro juntava sua apurada técnica de esmaltar e, sobretudo, seu grande senso artístico. Cada peça é uma autêntica obra de arte, própria a provocar um regalo não só para os olhos, mas, sobretudo, para a alma.
Agrada constatar como o costume dos ovos de Páscoa — nascido, dentro da Santa Igreja, de uma banal necessidade doméstica — adquiriu uma conotação religiosa, espalhou-se pelo mundo e atingiu por fim esse requinte de arte e civilização.
E para comemorar com mais alegria e entusiasmo essa data, foi realizado no centro Juvenil do Projeto Futuro e Vida um animado caça aos ovos, de pais contra filhos, mostrando assim para ambos os grupos a importância da união e do trabalho em equipe e dando um entusiasmo não só para o corpo mais, sobretudo para a alma com saborosos chocolates.