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Mostrando postagens de agosto, 2013

Os Sacramentos

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A recepção do Batismo é necessária para a salvação, como demonstram as palavras de Jesus a Nicodemos: “Quem não renascer da água e do Espírito não poderá entrar no Reino de Deus” (Jo 3, 5). Adão transmitiu a todos os seus descendentes a culpa original. O Sacramento do Batismo limpa a alma da mancha desse pecado, confere a graça santificante, eleva o homem à condição de filho de Deus e abre-lhe as portas do Céu. Ele é a chave de todos os outros Sacramentos, indispensáveis para o homem cumprir com fidelidade a Lei de Deus. Incorporados a Cristo pelo Batismo, necessitamos ser alimentados por seu sangue e por sua carne para desenvolver, rumo à plenitude, nossa vida divina — e, portanto, eterna. A Eucaristia é uma fonte de vida para a alma, estabelecendo íntima união entre esta e Jesus Sacramentado. As jovens que frequentam o centro juvenil dos Arautos do Evangelho e seus familiares aprendem a doutrina católica, recebendo apoio moral e social para atuar como fermento dentro d

A CONSAGRAÇÃO À VIRGEM MARIA

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Um curso que atrai particularmente é o da preparação para a consagração a Nossa Senhora, segundo o método de São Luís Grignion de Montfort. Este é um ponto essencial na formação espiritual dos Arautos do Evangelho. Dele participam não somente moças e rapazes, mas também, muitas vezes, as respectivas famílias. Nessa consagração como escravo de amor à Maria Santíssima colocamos nossa vida nas mãos dela e Lhe entregamos todos os nossos méritos para que disponha deles como melhor quiser. São Luís Grignion aplica à generosidade de Nossa Senhora a expressão francesa: “Em troca de um ovo, ela nos dá um boi”. Ou seja, damos nossos pequenos méritos e em retribuição Ela nos concede um caudal de graças. No dia 3 de agosto foi realizada essa solene consagração na casa do setor feminino dos Arautos do Evangelho em São Paulo.

Dia dos Pais - 2013

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O convívio com Deus era o melhor da existência do homem no Paraíso terrestre. Todas as tardes, " à hora da brisa, depois do meio-dia "(Gn 3, 8), Deus descia ao Paraíso para passear com Adão. Após ter cometido o pecado original, Adão perdeu a felicidade que era esse convívio com Deus. Como então nós podemos sentir a felicidade perdida por Adão? Santo Agostinho assim descreve esse dilema da natureza humana: “ Bom é Aquele que me criou. Ele é o meu bem, e eu exulto em sua honra por todos os bens que constituem a minha existência desde a infância. Meu pecado era não procurar n’Ele, e sim nas suas criaturas — isto é, em mim mesmo e nos outros —, os prazeres, as honras e a verdade. Eu me precipitava assim na dor, na confusão e no erro ” 1 . Assim, na Eucaristia e no convívio nobre e elevado com os outros, buscando o relacionamento com Deus, podemos encontrar essa felicidade nesta terra. O setor feminino dos Arautos do Evangelho em São Paulo, em homenagem aos pais, org

Sua Mãe, minha Mãe

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Ir. Maria Angélica Iamasaki, EP Quem me contou esta história garantiu-me ser ela verídica. Diz tê-la lido em um jornal alemão sob o título acima. Era noite, todos dormiam na apertada trincheira alemã, em plena Primeira Guerra Mundial. Todos, menos um jovem soldado. Fora extremamente fatigante aquele dia, nada mais desejava ele que descansar como os seus companheiros do batalhão, que caíram num pesado sono. Contudo, uma preocupação o impedia de dormir. Não o inquietavam os perigos de um ataque noturno do inimigo, nem os riscos da batalha no dia seguinte, mas sim o fato de ter perdido seu escapulário de Nossa Senhora do Carmo, dado por sua mãe quando partia para a guerra. Ele se lembrava bem que naquela tarde, depois de passar por uma cidade abandonada pelas tropas inimigas, os veículos do batalhão avançaram até uma antiga casa de fazenda localizada nas proximidades, e ali acamparam. Atrás da casa havia uma torneira e um tanque de água, oferecendo ótima oportunidade para lavar

Dogma da Assunção de Nossa Senhora

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Após a Segunda Guerra Mundial, enquanto a Europa se recuperava das ruínas morais e materiais, o Papa Pio XII definiu solenemente: " Para glória de Deus onipotente que à virgem Maria concedeu a sua especial benevolência, para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e triunfador do pecado e da morte, para aumento da glória da sua augusta Mãe, e para gozo e júbilo de toda a Igreja, com a autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados Apóstolos São Pedro e São Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que: a Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial” . 1 Com esse gesto quis ele estimular a fé e indicar Maria como modelo para todos: “ É lícito esperar — afirmava — que, ao meditarem sobre os exemplos gloriosos de Maria, todos se persuadam cada vez mais do valor da vida humana, [...] espera-se ainda que este exemplo luminoso e inco

Igreja dos Arautos do Evangelho - Granja Viana

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Existem momentos em que a alma se vê cumulada, penetrada por Deus e ela sente que há qualquer coisa de celeste  presente na Igreja. Deus muitas vezes fala conosco sem nos dizer palavra. Quando entramos em uma Igreja e a atmosfera nos envolve, nós nos sentimos amados e apoiados em alta proporção. E quando sentimos o sobrenatural, devemos deixar que ele bata, que ele penetre. Deveríamos adquirir o hábito de saber ficar sentados, quietos, tranquilos, deixando Deus penetrar em nós. Visita das jovens aspirantes dos Arautos do Evangelho à Igreja dos Arautos  em Granja Viana.

Projeto Futuro e Vida: animada "Festa Julina"

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Assista ao vídeo da "Festa Julina", realizada no centro juvenil do setor feminino dos Arautos do Evangelho em São Paulo.

O clérigo Teófilo

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Clara Penin Houve certa vez um clérigo chamado Teófilo, muito conhecido na região em que vivia. Ele não fazia outra coisa senão ajudar os necessitados e todos os que a ele recorriam, praticando assim uma das mais belas virtudes, a caridade. Sua fama crescia a cada dia; todos na cidade o tinham como grande santo. O bispo daquela região fez dele o seu vidama, ou seja, passou a ter a função de administrar os bens da diocese. Muitos chegaram a enriquecer-se nesse cargo. Teófilo, ao contrário, só procurava ajudar os outros com os seus próprios recursos. Tendo falecido esse bispo, todo o clero e até os simples fiéis aclamavam Teófilo como sucessor. Este, porém, dizendo-se indigno do cargo, não o aceitou, sendo nomeado outro. Não sendo homem de vida interior e vendo-se em tão honrosa situação, o novo prelado tomou-se de vaidade e prepotência. Todos sabiam que ele se tornara bispo porque Teófilo tinha recusado a dignidade. Esse era um dos motivos pelos quais ele sentia incômodo em ter